Xilogravura – Planta Liberdade LTDA
Técnica: Xilogravura
Material: Canson
Dimensão: 42,0 X 59,4 cm
Ano de execução: 2007
Descrição da obra:
Esta obra foi feita com a intenção de mostrar como é a figura de um trabalhador dentro de uma empresa. As separações em setores que, de tanto se preocupar em organizar, acabam gerando um verdadeiro isolamento de uns aos outros.
O coordenador deste espaço de trabalho não se preocupa com o “eu” do funcionário, mas sim com o cumprimento ao menor custo de sua função. Torna-se mais uma peça no meio de trabalho, um número na produção.
A estrutura da obra se baseia em uma planta com diagramas que exprimem tanto uma separação física em departamentos, como uma setorização que sustenta o funcionamento da empresa.
Textos, números e símbolos são integrados esquematicamente. O uso dos números traz uma idéia quantitativa. Os textos têm como objetivo definir e rotular não só o espaço, mas as pessoas que trabalham nesse ambiente. Os símbolos sugerem os efeitos de condutas interpessoais: tanto o operário quanto o patrão tem seus rostos apagados; um por fazer parte de uma massa anônima, o outro por estar distante hierarquicamente. O logotipo da empresa, o símbolo de radioatividade, traz a questão da contaminação como uma conseqüente transformação pessoal devido à necessidade da empresa. Abdicando excessivamente de seu tempo de vida ilusoriamente para si mesmo.
Retrato de Suzanne Salvini
Retrato de Suzanne Salvini
Materiais:
Extrato de Nogueira
Pena de Bambú
Pastel seco
Dimensão: 42×59,4cm
A elaboração deste trabalho foi fruto de estudos e aprimoramento sobre Desenho da Figura Humana. Este trabalho consistiu em muita observação e soluções técnicas para tal resultado… mas há muito o que aprimorar.
Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos
(Recomendação do Blog)
Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos
PAUL GRAVETT
Com a derrota na II Guerra Mundial, o Japão pôde enfim ser inundado com os bens de consumo e produtos culturais do Ocidente. Porém, em vez de se render às pretensas maravilhas do mundo ocidental, os japoneses as fizeram se adaptar a suas próprias tradições e as devolveram ao mundo como algo completamente novo. E o maior exemplo disso talvez sejam as histórias em quadrinhos. Em Mangá: Como o Japão Reinventou os Quadrinhos, Paul Gravett examina o surgimento de uma indústria poderosa, responsável por aproximadamente 40% de todo o material impresso no país. Ricamente ilustrado com páginas de desde os grandes clássicos dos mangás até os sucessos mais recentes, o livro é uma fonte inestimável de informação sobre o mais criativo e fascinante mercado de quadrinhos da atualidade.
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Editora: Conrad
Abertura do Anime Holy Avenger
Esta é uma boa oportunidade de mostrar que nós brasileiros também temos produções artísticas de excelente qualidade. São votos à equipe de criação de Holy Avenger.
CURSO IMPACTO

O CURSO IMPACTO oferece um grande diferencial: os alunos estarão em contato com os artistas atuantes no mercado de quadrinhos; serão também incentivados à produção de projetos próprios e em grupo, sendo que os melhores trabalhos serão oferecidos para as editoras nacionais além de serem encaminhados à escritórios de agenciamento, visando uma possível publicação no mercado americano e brasileiro.
Biografia de Amedeo Modigliani
Foi como se tivesse vivido há muito tempo. Foi como se tivesse vivido muito tempo. Os dados que se têm de sua biografia mal dão conta do que foi a aventura de sua existência. A biografia não explica a obra que deixou. E a obra é irredutível a rótulos em termos de escolas e tendências. Por isso, poucos se arriscam a responder, além dos fatos conhecidos, à pergunta aparentemente retórica: quem foi Amedeo Modigliani?
Braque, Derain, Dufy, Matisse, G. Apolinaire e J. Cocteau, já se pressentia que Picasso seria Picasso, mas nínguém se ocupava desse italiano interessado em belas jovens, boa poesia e que dizia frases do tipo “Eu adoro a filosofia”. Ainda eram poucos os que chamavam “Modi” ou “Dedo”. Ele vive à custa da mesada que a mãe regularmente envia e que lhe permite começar os meses faustosamente e terminá-los quase a zero.A partir de então, porém, e malgrado todas a vicissitudes, a produção do artista se tornará mais e mais abundante. Ninguém duvida de que isso se deve a um obscuro exilado polonês com quem Modigliani travou conhecimento pela primeira vez n o começo de 1915: Léopold Zborowski, que tinha um pequeno negócio de quadros na Rue Joseph Bara. Zbo – como era chamado – foi para Modigliani um empresário, um companheiro, um cúmplice – um amigo. Enquanto o pintor trabalhava ou vagabundeava, Zbo, suas telas debaixo do braço, tentava enternecer e persuadir os grandes, os verdadeiros marchands para que comprassem as obras do jovem italiano desconhecido. Freqüentemente em vão. Freqüentemente o polonês voltava silencioso, os olhos em lágrimas. Contudo, aos poucos, seus esforços deram frutos.
de que era capaz. Procurou poupá-la ao máximo de suas próprias explosões de cólera, da ira que o ácool fazia subirà tona. Mas não pôde poupá-la da fome, da miséria, da incerteza, agravadas pela má saúde. Era difícil montar exposições; mais ainda, vender os quadros. Para chamar a atenção do público para uma exposição na galeria de Berthe Weil, na Rue Laffite, Zborowski teve a idéia de colocar quatro nus na vitrina. Mas a polícia chegou antes que os compradores e exigiu que as telas fossem retiradas a bem da moral. A mostra redundou em fracasso.Fotografia: Amedeo Modigliani e Jeanne Hébuterne

Auto-retrato (100 x 65 cm – de talhe;1919)
Museu de Arte Comtemporânea da Universidade de São Paulo.
Uma das telas do pintor. Severo na estilização que faz de si mesmo, Modigliani não consegue esconder a doença que o consome.
Retrato da Senhora G van Muyden, 1917
Museu de Arte de São Paulo.
Retrato de Diego Rivera, 1916.
Museu de Arte de São Paulo.
Retrato de Léopold Zborowski, 1917.
Museu de Arte de São Paulo.
Óleo sobre tela. 92 x 60 cm. Coleção privada.
Referência Bibliográfica: Genios da Pintura, Abril Cultural, 1980
Filme:
MODIGLIANI – PAIXÃO PELA VIDA
Sinopse:
Ele revolucionou o mundo das artes como um cometa, dançando sobre as mesas, embriagado de paixão pela vida. Inspirado pelo amor e consumido pela obsessão. Ele é o famoso pintor italiano Amedeo Modigliani, um gênio criativo que viveu e absorveu a charmosa Paris do início do século 20 com uma atração incontrolável pela beleza. Sempre com a mesma intensidade, o judeu Modigliani amou a católica Jeanne Hebuterne e odiou o genial Pablo Picasso. Sua obra inesquecível e sua vida atribulada são agora retratadas neste lançamento imperdível da Universal Pictures que não pode ficar de fora de nenhuma prateleira de bom gosto.
QUANTA ACADEMIA DE ARTES

A Quanta é uma escola dedicada ao ensino das artes gráficas e digitais. Todos os CURSOS foram formatados por nossos professores, profissionais de renome nacional e internacional, atuantes nas áreas em que lecionam: ilustração, histórias em quadrinhos, animação e computação gráfica.
Nosso compromisso é levar a sério a parceria firmada entre escola e aluno, tendo como meta principal ensinar com qualidade, não importando se o objetivo do aluno é ampliar seus conhecimentos artísticos ou tornar-se um profissional. Seja qual for a sua escolha, saiba que muitos de nossos alunos são hoje profissionais reconhecidos nacional e internacionalmente, a maioria deles apresentados por intermédio de projetos criados pela escola.
Livro mostra como usar HQs em sala de aula e muito mais
Houve um tempo em que histórias em quadrinhos só entravam na escola se fossem escondidas no meio de um livro. E outro no qual “especialistas” do Ministério da Educação afirmavam que as HQs causavam “lerdeza mental”. Nos dias de hoje, porém, pesquisas indicam que a simples leitura de quadrinhos melhora a proficiência de alunos e, mais ainda, se bem utilizadas, elas podem ser uma forte aliada do professor em sala de aula. É o que defende – e explica como fazer – o cartunista e mestre em Educação DJota Carvalho, em A educação está no gibi, livro publicado pela Papirus Editora.DJota, que também é professor de Teoria da Comunicação na PUC-Campinas e ministra palestras sobre como utilizar quadrinhos na escola há onze anos no projeto Correio Escola, conta no livro não só como o professor pode utilizar diretamente as HQs nas mais diversas disciplinas, como também faz uma mini-oficina ilustrada com dicas para produzir uma história em quadrinhos como trabalho multidisciplinar. “É possível usar Mônica e Cebolinha pra ensinar matemática, Super-heróis para Física e Química, quadrinhos Disney e Asterix para história, Xaxado e Príncipe Valente para geografia…não há limites. Na verdade, a única disciplina para a qual não achei uma forma de contribuir com as HQs é Educação Física. Por enquanto”, diz o autor.
ada pelo premiado cartunista Bira Dantas. “O Bira colocou tantos detalhes e personagens de quadrinhos nos cenários da HQ que só ela já vale o livro”, diz DJota.A obra tem sete capítulos, todos ricamente ilustrados, nos quais DJota primeiro explica um pouco sobre diferenças entre as artes gráficas (charge, cartum, HQs, tiras e caricaturas), depois fala sobre a história da HQ no Brasil e no mundo e, ainda, faz um histórico da conturbada relação entre HQs e educação no país.
“Achei importante contextualizar um pouco, para que o professor não caia de pára-quedas na história. Por isso mesmo, antes de entrar nos exercícios específicos, ainda falo um pouco sobre mangás, os quadrinhos japoneses que hoje em dia assustam muitos pais e educadores, e já ensino a fazer um exercício de português e estudo do folclore usando Dragon Ball, o mais popular dos desenhos do oriente”, conta.
“São dois ou três exercícios por disciplina, às vezes mais. Há exemplos para uso no ensino infantil, fundamental e médio,e o professor pode fazer suas próprias adaptações ou até mesmo pedir ajuda, pelo e-mail disponibilizado no livro”, diz.
Por fim, no último capítulo, o autor dá dicas básicas, todas ilustradas, para professores e alunos produzirem histórias e
até montarem um fanzine em sala, como atividade multidisciplinar. “Muitos professores tentam produzir uma história com os alunos em sala, mas sempre se defrontam com os mesmos problemas, como textos que não cabem em balões e a dificuldade em desenhar os quadrinhos, por exemplo. Por isso inclui uma mini-oficina no livro, para mostrar como superar estes problemas e transformar a atividade de fazer HQs em algo mais simples e divertido, mas ao mesmo tempo rico em conteúdo escolar”, diz.Para DJota, as HQs são uma mídia atraente, financeiramente acessível e fácil de usar. “Tem gente que acha que quadrinhos são coisa de criança, mas eles são muito mais do que isso: são uma forma eficiente de melhorar o ensino e a relação professor/aluno”, conclui. O livro foi publicado pela Papirus Editora, tem 112 páginas e está sendo vendido a R$ 28,50.





